C4D4 3SC0LH4 UM4 R3NÚNC14 - Versão 3.0


05/06/2006


Profecias

Um dia todas as máscaras vão cair... neste dia, muitos irão querer dizer a verdade, tentando demonstrar assim que são merecedores de confiança, quando na verdade nada mais são do que mais uns.

E no dia em que todos tiverem que dizer a verdade, então ficará claro porque determinadas coisas na vida tomam certos rumos... de que não trata-se de destino, mas da vontade de poucos interferindo na verdade de muitos.

Neste mesmo dia, eu terei o prazer de olhar aqueles que me subjulgam hoje, e dizer-lhes: "Não era mentira o que eu dizia a vocês, e mesmo assim não acreditaram em mim. Agora, deixo-os, e prossigo o meu caminho com a consciência tranquila por ter feito o que pude".

Escrito por Edu às 00h38
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26/05/2006


A Day Like Today

Engraçado como determinadas coisas na vida da gente acontecem de forma tão certa. Sabe quando você tem certeza de que "vai chegar lá" onde você quer, que "aquela pessoa" vai ser sua, mas a vida te faz passar pelo maior caminho? Pois é... você nunca pode "garantir" que vai ser daquela forma, mas sabe que por mais reviravoltas que a vida der, vai ser daquele jeito. E não adianta: a vida nunca erra.

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Estou feliz. Atingindo minhas metas um passo de cada vez, mostrando quem sou, a quê vim e por que estou ali. Conseguindo fazer a coisa da forma que acho ser certo. Procurando ouvir, ser calmo, prudente e constante. E tudo tem funcionado. Estou feliz.

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Semanas corridas, fins de semana mais ainda. Tenho que ligar pro Renato e pra Ka! Tenho que dar sinal de vida! Tenho que falar com diversas pessoas, aliás.

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Aniversário da minha irmã semana que vem, no Hopi Hari. Não posso esquecer. Preciso começar a marcar presença. Que tipo de irmão ela vai pensar que eu sou?

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Música! Música! Preciso de música! Todos nós precisamos de mais música na vida.

Escrito por Edu às 01h14
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21/05/2006


Amigos... dias melhores virão

Passeando pelo Orkut vi amigos que ficaram para trás, na faculdade, em outras cidades e até em outras empresas. Começo a pensar por que se afastaram. Por eliminatória, começo pela faculdade, onde é mais fácil responder a essa pergunta. Na faculdade tive alguns bons amigos. Colegas aos montes; amigos, poucos. E é interessante observar como ao conhecer mais as pessoas as amizades vão se centrando mais, se modificando até. Tive amigos de viajar junto, de trocar confidências, de ajudar em momentos difícies.

Acho que se afastaram muito provavelmente por uma falha minha. Assim como tenho a falha de demonstrar um ar superior quando não conheço as pessoas, acredito que possa ter passado também a imagem de que não preciso daquelas amizades pra viver; que tenho outros amigos muito melhores. Sei lá... tenho sido muito crítico comigo mesmo ao longo da vida, e acho que é assim que algumas pessoas podem me ver.

Acontece que eu não sou assim. Nunca fui. Na verdade, sou muito mais do achar que estou incomodando do que qualquer outra coisa. Não chamo as pessoas no MSN porque, assim como eu, acredito que elas podem estar ocupdas em algum momento. Sempre fui assim: sempre me preocupei com o "não incomodar". E acho que isso pode ter passado a imagem errada.

Nos outros lugares da vida, acho que foi a falta de contato mesmo que nos afastou: antigos locais de tabalho e outras cidades... com algumas pessoas ainda converso, mas raríssimas. Há pouco tempo reencontrei uma grande amiga da época de Alfenas, e minhas primas de lá. De vez em quando trocamos palavras.

No final da faculdade, os amigos que restaram foram os que conheci por último. E peço sempre que o fato de eles me conhecerem melhor não seja o que me afastará deles. O bom é que temos ficado cada vez mais unidos, o que é bom. Tenho priorizado a qualidade nas minhas amizades, não a quantidade. Tenho bons amigos no trabalho, bons amigos da faculdade, bons amigos da vida em si... e procuro mantê-los. E mostrá-los logo quem eu sou de verdade, pra que não pensem que me julgo melhor que qualquer um deles, tendo assim uma falsa imagem de mim.

Aos velhos amigos que lerem isso... acreditem: nunca quis perder contato com nenhum de vocês, e será muito bom vê-os ou falar com vocês novamente, porque sinto falta de muitos de vocês.

Escrito por Edu às 19h55
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23/04/2006


Lições sobre tecnologia móvel no Nokia 6230 (pra não esquecer)

- O Nokia 6230 aceita cartão MMC, não SD. Eles são idênticos, mas um é o dobro mais grosso que o outro;

- Não adianta usar este mesmo cartão deste mesmo celular para copiar as músicas através de um dispositivo que não seja o próprio celular: os arquivos não são reconnhecidos;

- Se você não usar o ID3v1 Tag, e usar o ID3v2 Tag, as músicas ficarão todas embaralhadas e fora de ordem na lista de músicas. Portanto, use o ID3v1 Tag;

- Não são aceitos arquivos nos formatos MP4, OGG, WAV ou WMA, mas somente MP3 e AAC (este último, formato do IPod);

- No vídeo, não adianta inventar: tem que ser formato 3GP, mesmo formato do IPod. Esqueça MPG, ASX, AVI e similares;

- E nunca, nunca invente de querer colocar um arquivo de som de uma hora de duração. Uma que eles não são aceitos. Outra que pra isso existem os CUE Files.

 

E termina aqui a "Sessão Nerd", com ensinamentos aprendidos ao longo de quase um ano apanhando de tecnologia dita "inovadora e fácil de usar".

Escrito por Edu às 19h51
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08/04/2006


Sumido, sim. Morto... not yet. Mas se eu continuar nesse ritmo, very soon...

O trabalho tem me consumido tempo. Tempo que eu já não tinha, e que não estava mais disposto a dispender com isso. Eu não tenho mais fim de semana, noite, horário de almoço, de jantar, de assistir TV, de ler um livro, de passear... nada. A única coisa que eu faço, dia e noite, é trabalhar... e "descansar" pra me preparar pro dia seguinte.

Vejo pessoas da conta pra qual eu trabalho saindo, cansadas de tentar mudar o mundo. E então outras entram no lugar delas, mais nervosas, querendo mudar mais ainda o mundo, e pressionam mais, pedem mais resultados, mais horas trabalhadas, mais stress... e eu me pergunto pra quê. E espero que um dia essas pessoas vejam que dessa forma não vamos a lugar nenhum, e que eu estou tão ou mais comprometido com o que faço do que eles com o que fazem.

Minha mãe me pergunta sobre minha vida pessoal. Eu respondo "quê vida?". Ela me diz que eu não posso ficar assim, que eu tenho que procurar alguma coisa melhor pra mim. Meu pai me diz que eu tenho que procurar alguma coisa melhor pra mim. Minha madrasta me diz que eu tenho que procurar alguma coisa melhor pra mim. Meu irmão comenta... meus amigos comentam...

Eu aprendi, trabalhando onde estou hoje, que dinheiro nenhum no mundo paga determinadas coisas, e que deve ser sim muito bom ser rico... mas tendo tempo pra gastar o dinheiro. Do quê me adiantaria hoje ser milionário sem ter como nem quando gastar o que eu teria?

E o que eu tenho... quando chega o final do mês eu tenho certeza absoluta que não sou pago para o que eu faço. Vejo minha conta negativa, minhas contas vencendo... e eu me pergunto pra quê eu trabalhei tanto assim. Não ostento nenhum bem material maior do que eu sei que posso ter, mas vejo até estes possíveis e mortais desejos cada vez mais distantes... talvez inalcançáveis.

Páro então e penso: "só tenho 24 anos". O quê as outras pessoas de 24 anos estão fazendo nesse momento? Estão em casa, estão num barzinho, estão namorando, estão fazendo nada... mas estão vivendo!

Nunca fui de negar trabalho. Quem me conhece sabe bem disso. Eu nunca parei; nunca descansei mais do que o necessário; fico anos sem tirar férias; nunca senti medo diante de um desafio profissional. Mas as coisas pelas quais eu passo atualmente, às vezes, chegam a ser desumanas. Eu sei sim, que poderia chegar muito longe na empresa em que estou. Sei bem do que sou capaz. E é uma das poucas coisas que estar perto dos seus limites tráz de positivo: você passa a se conhecer mais; conhece mais seus limites (ou quase isso). Mas... se ir "além" na empresa onde estou vai me custar minha vida toda, literalmente falando, então acredito que eu não esteja disposto a isso.

Faço um teste mental pra ver como anda meu ânimo em relação às empresas para as quais eu trabalhei. Imagino como seria minha carta de despedida para meus colegas caso eu tivesse que sair da empresa (façam esse teste, vale a pena). O resultado é que, atualmente, seria a carta mais angustiante que eu escreveria, tentando alertar às outras pessoas que não terminem na mesma situação que eu, porque pode ser perigoso.

Vejo também meus colegas de trabalho tendo problemas de saúde por causa do trabalho. Eles procuram psiquiatras, massagistas, médicos... e eu percebo que o pior que acontece comigo é demorar um pouco mais pra sarar de uma gripe. Mas eu sei que sou humano, e sei que guardo muito mais alguns sentimentos do que outros, e sei que isso uma hora vai escapar de alguma forma. E aí acontece o que aconteceu quando eu estava no Provedor, e o médico me receita uma semana de afastamento por labirintite causado por stress, com um dos piores dias da minha vida. Não quero nem imaginar o que minha situação atual pode me causar. E poucas coisas hoje em dia me "animam". Uma delas é a música, inseparável no trabalho. Ouço música eletrônica praticamente o dia todo. Me acalma, relaxa... e outra são as amizades. Tenho amizades realmente verdadeiras, pra todas as horas.

Quem olha meu Orkut, me vê por aí, tem a nítida impressão de que minha vida é uma festa: muitos amigos, muitas baladas, muita bebida, muita curtição. A verdade, só quem realmente me conhece é que sabe: posso contar os verdadeiros amigos nos dedos, e ultimamente minha única festa tem sido as comemorações pessoais pelas metas alcançadas em cada dia. Aliás, deve ser muito fácil matar um leão por dia. Quero ver é viver cercado deles, e dar sorte de matar um de vez em quando, que é o que acontece aqui.

Dessa vez usei o Blog como a idéia original prevê: um desabafo. Não tô me importando muito com quem vai ler. Precisava desabafar, escrever... sempre gostei disso; sempre me fez bem.

Escrito por Edu às 20h59
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Maybe I should believe more about what Orkut says:

 

"You have an important new business development shaping up"

Escrito por Edu às 19h42
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22/03/2006


Quanto tempo um relacionamento dura hoje em dia? Observe... um namoro que começa agora, salvo sob raras exceções, quantos meses dura. E perceba que quanto mais o tempo passa, menos eles duram. E cada vez mais o tempo fica cada vez menor...

Escrito por Edu às 22h51
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11/03/2006


Keep Walking?

Todo tempo tudo muda. E nascemos numa época em que tudo muda rápido demais. Eu, pelo menos, tive a felicidade (e infelicidade) de fazer parte da geração que acompanhou justamente a transição das coisas do modo difícil pelo modo fácil: nasci no ano em que o primeiro computador pessoal foi lançado. Daí pra frente é o que todo mundo já sabe: eles se espalharam.

Mas não foram só os PCs que se espalharam. Também esse acesso à informação, essa aventura do novo o tempo todo... e tudo mudou muito mais do que nós pensamos nesse um quarto de século. E de repente eu me vejo questionando se as coisas não estarão mudando rápido demais até. Porque agora tudo é tão rápido, tão inconstante, tão seco, que não parece mais que as coisas realmente têm que fazer sentido em nossas vidas para fazer parte dela.

E cada dia que passa eu vejo as coisas mudando mais e mais depressa. E eu me pergunto, sim, onde é que nós vamos parar desse jeito. E aí percebo que só pra mim o tempo não parece passar rápido assim, porque eu acabo me mantendo o mesmo na essência, apesar de parecer mudar também tão rápido. E os tombos que a gente leva da vida só nos ensinam que temos que realmente mantermos sempre quem somos em primeiro lugar, preocupar-nos conosco, porque ninguém vai fazer isso pela gente.

Eu espero que um dia eu possa olhar pra trás e realmente me orgulhar de tudo o que eu fiz até aqui. Tenho vendido meus dias e minhas noites por uma coisa que eu sei que não vale a pena. E se vendo meus dias e minhas noites, vendo minha vida.

Escrito por Edu às 08h35
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25/02/2006


Solteiro de novo... e não faço mais nenhum comentário sobre o fato aqui.

Escrito por Edu às 02h00
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23/02/2006


Escrito por Edu às 23h39
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Aquela brincadeirinha do livro


1. Pegue o livro mais próximo de você
2. Abra o livro na página 23
3. Ache a quinta frase
4. Poste o texto em seu blog junto com estas instruções

 

"Lá fora, a cidade só estava parando agora - os camelôs empurrando carrinhos de amêndoas açucaradas, garçons carregando sacos de lixo para o meio-fio, um casal de namorados noturos se abraçando para se aquecer em uma brisa perfumada pelas flores de jasmin."

 

O livro.

Escrito por Edu às 02h51
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Sem sono... de novo. Eu deveria mesmo trabalhar de madrugada. Ou voltar a trabalhar de madrugada. Na época de UOL, durante a noite, era ótimo: dava tempo tranquilo de fazer toda a carga de trabalho pesadíssima de durante o dia, ainda ouvindo uma musiquinha, com as janelas abertas, Bauru às 3 da matina... às vezes um arroz e feijão do refeitório da Folha. Ah! Bons tempos aqueles! Mas sempre caminhando e sempre evoluindo.

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Esses meses derradeiros têm sido pesados. Tanto pessoal quanto profissionalmente é uma época de mudanças e pauleira total. Estou literalmente chutando o pau da barraca todos os dias, mas tem funcionado. Serão os paus da(s) barraca(s) os problemas e eu só assim consigo resolvê-los?

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E "O Código Da Vinci", hein?! Livrinho bom, muito bom. Um dos melhores que li até hoje. E o filme, hein? Esse vai dar o que falar. Mas o pensamento do povo não vai mudar. Vão continuar acreditando na Bíblia como uma história verídica. É o mundo em que vivemos.

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Tenho achado ainda mais sites pra baixar músicas maravilhosas (de acordo com meu gosto musical, claro). Hoje eu achei nada mais nada menos que a Britney Spears numa dessas faixas. E tenho que assumir: ficou bom. O nome da faixa é "Someday". Num remix, claro.

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Dores no peito voltam a me atacar. Sou sério candidato a um infarto precoce. Bem, depois de Hérnea de Disco, é só o que falta mesmo. Mas o fato é que vou ter que voltar a praticar algum esporte. E se Academia não rola mais por causa de tempo, o negócio vai ser apelar pro patins nos fins de semana, quiçá arrumar um lugar pra dar uma nadadinha.

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Durante a noite minha adrenalina sobe demais. Preciso passar a ouvir Cantos Gregorianos ao invés do último set de um DJ. Ajudaria, não?

Escrito por Edu às 02h43
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19/02/2006


Tempos difíceis estavam por vir... e chegaram. Cheguei onde esperava com a idade que esperava... mas os tempos têm sido difíceis. Muito trabalho. Muito mesmo. Um excesso sempre exagerado de coisas pra fazer... e sempre muito menos tempo do que o necessário. Muitas coisas ao mesmo tempo; nada completo como deveria ser. But I always "keep walking".

 

E o que me "salva" melhor do que a música?! Nada! E tenho ouvido muito, procurado muito, gostado de muita coisa. Claro, música eletrônica em sua grande maioria. Depois que descobri que DJs menos conhecidos (mas nem por isso ruins) colocam seus mixes de graça em suas páginas, tenho feito a festa. Tudo isso, claro, impulsionado pela melhor coleção de rádios que já ouvi, a Digitally Imported (www.di.fm). Esse site (provavelmente) desconhecido da maioria tem várias rádios, pra vários estilos. É claro que eu me divirto nas mais antigas, de Trance, Vocal Trance e uma mais nova, de Lounge Music.

 

E assim passei a descobrir coisas novas como um remix que Kuffdam & Plant fizeram pra uma música muito triste que Annie Lennox fez, chamada "Saddest Song". Também Corderoy com uma música chamada "Deeper". Mirco de Govia, com "Aura Indigo". E agora Street Angels, com "Another Day". Coisas que podem parecer modinha pra uns, ruim pra outros... mas é exatamente o que eu gosto de ouvir. E pra mim não é modinha e nem ruim. É o meu "relax" nessa correria maluca. E, claro, vai tudo pro carro em MP3, num CD-RW. Quando cansa, é só apagar e fazer de novo. E também vai pro celular, agora com 1 GB de espaço pra encher de música.

 

O pessoal está bagunçado. Muito. Ainda não sei bem pra onde correr; o quê fazer. Mas tenho procurado correr pra onde as coisas indicam, por enquanto. E se for pra esse lugar que eu tiver que continuar correndo, é pra lá que eu vou.

 

O fato é que cada vez mais eu deixo de acreditar nessas coisas de relacionamento, por mais que eu queira (e esteja conseguindo, pelo menos por enquanto) fazer o meu dar certo. Quanto mais eu falo com as pessoas, mais eu levo em conta que os relacionamentos estão realmente acabando. Não um ou outro, mas a idéia de relacionamento mesmo. Isso me assusta. Tem acontecido rápido demais.

 

E sabe pra onde esse povo todo vai quando descobrir a mesma coisa que eu tenho em mente? Trabalhar mais, viver menos, se dar conta de que está longe dos amigos, tentar reaproximar, não conseguir, trabalhar mais, viver menos, trabalhar mais, viver menos... e aí não vai importar ganhar 10 mil Reais por mês. Sabe por quê? Porque não vamos ter onde gastar isso tudo. Não vamos ter tempo pra usufruir da casa, do carro, dos bens. E aí vamos nos frustrar. E vamos nos dar conta de que jogamos a vida fora pelo quê? Pelo quê se os problemas pelos quais lutávamos há dez anos atrás só estão piores?

 

E aí é que eu vou me dar conta de que certo estava é o meu irmão...

Escrito por Edu às 05h23
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30/01/2006


Não é fácil. Não é nada fácil. Se fosse fácil, até, por quê eu teria que fazer? As coisas vêm... mas é sempre de forma muuuuuuito batalhada.

Escrito por Edu às 23h34
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29/01/2006


"Não confio em ninguém com mais de 32 dentes"

 

Sexta passada então fui retirar 3 dos 5 cisos que Deus me deu. Se ciso é juízo, então eu realmente TINHA muito. Tinha 33 dentes, sendo que o normal são 32.

 

Como resultado, passei a Sexta Feira e o fim de semana inteiro em casa, sem sair. Fiquei com a boca muito inchada... e ainda mais pra eu que tenho o rosto fino, fica pior ainda. Ainda tô em dúvidas se eu vou estar "apresentável" amanhã cedo, então tudo vai depender dessa noite.

 

A idéia é retirar os outros 2 cisos ainda no mês que vem. E depois disso, acreditem, aparelho!

Escrito por Edu às 19h44
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