C4D4 3SC0LH4 UM4 R3NÚNC14 - Versão 3.0


19/12/2004


Isso aqui eu literalmente surrupiei do Blog da Carol. Espero que ela me perdôe nessa vida ou na outra:

"WASHINGTON (Reuters) - A tragic fire on Monday destroyed the personal library of President George W. Bush. Both of his books have been lost. Presidential spokesman Ari Fleischer said the president was devastated, as he had not finished coloring the second one."

Escrito por Edu às 01h57
[ ] [ envie esta mensagem ]

Escrito por Edu às 01h53
[ ] [ envie esta mensagem ]

Mary, você errou. Carol, você e eu também (como você já sabe).

A cesta (de Natal e não de Café da Manhã) era um oferecimento da... consultoria. Isso mesmo. Com um agradável bilhete agradecendo pelo comprometimento e profissionalismo neste ano que passou.

E dos anos a menos devido à insalubridade, ninguém fala?

E Mary, quanto ao whisky... eu só poderei comprar um Blue Label quando estiver comemorando a compra do meu primeiro carro zero (aaaaahhhh, as piadas internas...).

Escrito por Edu às 01h45
[ ] [ envie esta mensagem ]

A vida às vezes nos prega peças que nem nós mesmos poderíamos imaginar em nossos pensamentos mais vagos, mais confusos, mais otimistas ou mais pessimistas. Você está lá, levando sua vida, como ela mesmo mandou, e de repente "boom", você é surpreendido.

Muitas vezes nem percebemos isso de início. A coisa tá lá, na nossa frente, e não "vemos". E é isso que faz o "boom" ser um mistério maior ainda: quando ele ocorre, por quê ocorre e suas reais conseqüências são mistérios indecifráveis. Estava ali o tempo todo, e só foi percebido depois que "alguma coisa" aconteceu. É simplesmente amedrontador.

E como tudo que é bom na vida, não é simples. Não é só "pegar pra você" e começar a fazer parte. Não é simplesmente "tomar posse". Há uma conquista, um... acomodamento; uma espécie de preliminar sem saber como é de verdade. E é nessa hora que ficamos mais perdidos, mais pensativos e mais boquiabertos com muitas de nossas próprias atitudes. Passamos a ter aquilo como nosso no dia-a-dia, e sentimos falta quando não temos.

Acontece que nem tudo ocorre da forma que deveria, e não somos os mesmos eternamente. O ser humano tem um fascínio estranho por conquistas; e, em mesmas proporções, um desinteresse enorme pelo que foi acabado de conquistar. É a história do "querermos sempre mais". E é dessa parte que tenho mais medo. Mesmo sem ter conquistado, já tenho medo de perder. E de perder não por não confiar que seja meu, mas por confiar demais.

Seria tão mais simples se essas coisas não acabassem...

E sem nem mesmo ter prosseguido, eu já sei que não quero voltar atrás.

Escrito por Edu às 01h43
[ ] [ envie esta mensagem ]
Busca na Web:

Histórico