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20/01/2005


É estranho ver como alguns Blog vão e vêm, e o meu continua aqui. Acho que essa é a diferença entre "modismo" e "gostar de escrever".

Escrito por Edu às 02h16
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Eu já tinha lido esse texto uma vez, mas dessa vez li com atenção. Gostaria que fizessem o mesmo.

"Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e nem promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se um certo tempo para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa... Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que se pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar uma pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existe dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajuda a levantar-se.

Aprende que maturidade tem a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. E aprende que não são os sonhos que não se tornam realidade, são os sonhadores que desistem rápido demais.

Aprende que quando se está com raiva, tem o direito de se estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito quer que ame, não significa que esse alguém não o ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar atrás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... Que realmente é forte, e que pode ir muito longe... E que realmente a vida tem valor e que você tem valor na vida."

Escrito por Edu às 02h09
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Escrito por Edu às 01h54
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17/01/2005


Noite de Domingo pra Segunda é a pior. O corpo acostumado a dormir 3, 4 horas por noite e de repente eu dou duas bordoadas de uma só vez: Sexta pra Sábado e Sábado pra Domingo. O corpo desacostumou a dormir tanto assim. Aí fico eu aqui, navegando, procurando e, claro, encontrando. Afinal, não tem informação nenhuma na Internet que não possa ser encontrada.

E ex que... quer dizer, e eis que, buscando nas páginas do Orkut, encontro pessoas que tinham sumido realmente, durante um bom tempo. Pessoas que eu sei que não conversam mais comigo, pois têm seus motivos. Aí eu pensei: vou adicionar só pra provocar. Mas... não. Por outro lado eu cresci desses 3 anos pra cá. Aprendi que quando não dá, não dá. Quando não é pra ser, não é. Então, deixe estar. Temos o direito e o risco de circular nos mesmos lugares (mesmo que virtuais) e acabando quase por nos esbarrarmos; todos nós. Mas nem por isso temos que interferir nas vidas uns dos outros. Então, deixe estar: acho que seria interessante se essas pessoas soubessem que não precisam ter receio de circular nos mesmos lugares que eu.

Sábado trabalhando. Tinha marcado uma ída ao cinema, e acabei literalmente tomando um "bolo". Na boa... detesto quando isso acontece. Não pode, fala, avisa antes. Agora, deixar uma pessoa esperando o dia todo e falar que não pode, aí é sacanagem. Mas tudo bem: saindo de São Bernardo, já por volta das 8 e meia da noite, recebo ligação da extrema Zona Norte avisando que o Damiãofest (apelido carinhosamente cedido pelo nosso saudoso Stuff), ocorredo na casa do nosso companheiro-sempre-presente Damáááááázio (sic) está rolando como nunca. Imprimo meu mapinha retirado do Maplink, ponho no banco do passageiro e vou rumo à Zona Norte. Incrível como dou sorte pra essas coisas de mapa: acertei a casa do cara de primeira. É como disse Stuff: "Até macaco com revolver na mão chega lá". Sei que aquilo tava um desânimo só, com o povo já com cara de "digestão da picanha". Tratei de beber algumas pra tornar as pessoas mais interessantes, comer muita carne e sentar na roda pra jogar conversa fora. E a verdade é que foi uma noite muito legal, que deve ser repetida sempre.

Domingão, adivinha? Trabalhar. Antes, passadinha no Supermercado pra comprar besteiras. Aí, chego na sala e, o que ontem era uma falta total de coisas pra comer se tornou no paraíso das cáries e da dor de barriga: bolachas, salgadinhos, balas, chicletes, pirulitos, sucos... ah se minha mãe visse isso! E aí que o que eu fui lá pra fazer dependia de mais duas pessoas, e essas pessoas atrasaram, e eu fiquei fazendo outras coisas, e aí, quando tive o "ok" dessas outras duas pessoas... estava tudo pela metade. É isso que o mundo moderno chama de "trabalho em equipe"?

E hoje finalmente assisti Garfield. Nossa... como me arrependi de não ter ido assistir no cinema. Pra quem gosta é um prato cheio! Ri bastante no filme, sozinho na sala, claro. O povo de casa já acha que eu tô ficando louco.

E por falar em louco, cada vez mais pessoas olham pra mim e dizem que estou com cara de acabado. Será essa vida desregrada? Será a falta de horas de sono? Será que as preocupações me consomem? Será que estou envelhecendo? Ou será somente que eu preciso me cuidar mais? Bom... a verdade é que são duas pessoas de opiniões bem distintas, e ouvir isso das duas me preocupou um pouco.

Escrito por Edu às 02h44
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16/01/2005


Trabalhando muito como sempre.

Aproveitando muito como nunca.

Procurando um sentido pra algumas coisas como se fosse preciso.

...e ainda tentando entender as mulheres.

Escrito por Edu às 03h24
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