Bom, como fui cobrado pela ilustríssima senhorita Carol, melhor eu escrever, porque essa mulher brava é o que há!
Bom... enfim estou em São Bernardo. Já coloquei Sem Parar no carro, não tô pagando estacionamento e nem pra almoçar. Não saí no prejuízo, mas é mais longe de casa.
Aí esse fim de semana que passou assisti "O Grito" (ótimo filme). E não é que tem uma cena num escritório que lembra demais esse lugar aqui?! Agora eu não fico sozinho aqui nem a pau. A minha sorte é que, mesmo em horários estranhos como agora, dez da noite, tem gente aqui na mesma sala que eu. Mas que o filme dá um medão, isso dá.
Andei ralando meu carro num postezinho no estacionamento do Mackenzie, onde fui pra confraternizar com o pessoal. Mas... acabou valendo a pena.
Por falar nisso, tô descobrindo que fim de aulas não quer dizer necessariamente que é o fim do contato. Acho que estamos fazendo mais coisas juntos do que quando estávamos estudando juntos e nos vendo todos os dias. Até o churrasco na casa do Damázio (apelidado de Damião Fest pelo caro Stuuuuuuff) saiu! Enfim... tem sido legal manter as amizades. E sem a pressão das provas, o que é melhor.
Estou ficando preocupado com minha saúde. Trabalhando até tarde todos os dias eu não consigo nem sequer andar um pouco. Hoje posso contar nos dedos de uma mão as vezes que levantei da minha mesa, por exemplo.
E por falar em "minha mesa", na verdade eu ainda não tenho uma mesa. Estou sentando no meio de duas mesas (com duas loiras maravilhosas, diga-se de passagem) e usando um Notebook, pra ocupar menos espaço, do qual inclusive digito agora.
E por mais que todo mundo ache que não, o coração anda tranquilo. Acho que quando ninguém mexe com ele, ele fica lá, na dele. É claro, essa não é bem a vontade no momento, mas... é assim que a vida guia, é assim que eu acabo fazendo. Foi assim que sempre vivi.
E é isso. Não há muito mais além disso.


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