Quando eu era criança, aprendi a dar muito valor pra família. Naquela época, não tínhamos praticamente nada de material... mas tínhamos uns aos outros. Hoje, cada um mora num canto diferente, mas nos falamos constantemente. Em pensamento, sabemos se o outro está bem ou mal, e já é normal um ligar quando o outro está pensando: "preciso ligar pra ele". Esse é o verdadeiro laço que une uma família.
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Esta semana, minha irmã, de 7 anos, que mora com minha mãe e o pai dela, estava sendo acordada pela minha mãe. Dela, com rosto sério, veio a frase: "Mamãe, eu não tenho essa idade que você está vendo. Eu sou mais velha que isso". Será que todos nós, filhos de minha mãe, e ela inclusive, somos destinados a passar pelas mesmas coisas?
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Nossa... sem escrever desde 16 de Junho. E quanta coisa aconteceu desde então! Primeiro, e claro, mais importante, o TGI. Nós 3 fizemos a apresentação para três professores no dia 23 último, na sala 301 do prédio 13 (muito 3, não?). Ainda bem que nossa nota não foi 3, mas 8,5. Segundo os professores, estamos aprovados, mas ainda falta entregar a versão final do TGI. Enquanto isso não acontecer não vou acreditar realmente que terminamos e passamos, mas foi um alívio muito grande ouvir que o TGI estava aprovado.
Saí mais uma vez de uma enrascada financeira esse mês que passou. Gastei MUITO acima do limite. Estou ficando completamente desligado de quanto e quando eu gasto; um verdadeiro perigo, apesar de eu não gastar muito e com frequência. Ainda bem que tinha a minha "poupança" guardada.
Adquiri um novo celular depois de um ano e meio... não, depois de 4 anos parado no tempo, já que meus dois últimos celulares eram praticamente idênticos. Agora dei um salto tecnológico enorme: o celular tem câmera, rádio, vídeo, MP3... e acho que também vai ao banco, troca pneu e prepara o café da manhã (ainda não terminei de ler o manual todo). Negócio da China: troquei uma dívida de 170 Reais por mês por uma fixa de 125 Reais, mais 35 Reais mensais do aparelho. Saí no lucro, claro. Aliás, Claro não: TIM.
Passei uma noite memorável de Sexta pra Sábado. Fui assistir a um show (que aliás me surpreendeu muito), depois fui tomar um café num Fran's, onde fiquei batendo papo até às 3 da manhã. Incrível como um bom papo e uma ótima companhia rendem uma ótima noite. A acompanhante, como sempre, não será divulgada. Aliás, acho que ela nem lê isso aqui.
Profissionalmente acredito que tenho passado por uma época de provação. Mudanças com certeza ocorrerão no início do próximo Semestre. Algumas delas, caso ocorram, eu mal posso esperar que realmente ocorram; já outras... bem, tudo o que posso fazer é ter esperança de que tudo se resolverá da melhor maneira possível.
Tenho pensado ultimamente um bocad em religião e em tudo o que ela envolve. Tenho me perguntado, sem me cobrar, em quê eu realmente acredito e até que ponto eu acredito. Minhas idéias sempre giram em torno de saber que existem sim coisas muito maiores do que nós, não duvidar sequer por um instante que a reencarnação existe e questionar muito, mas muito mesmo determinadas coisas. Acredito que tenho uma maneira muito peculiar de procurar o... digamos... conforto espiritual. E isso tem me confortado há um bom tempo. Anos, eu diria.
Amanhã é Domingo. Quero ir ao parque, patinar, ver gente bonita e pensar em mais nada. De preferência sem essa dor de cabeça horrível que me acompanha desde à tarde.


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