Cada vez que eu me pego com o Bloco de Notas aberto, que é onde escrevo TODOS os meus posts, fico imaginando milhões de coisas sobre as quais eu poderia falar. Queria contar um pouco mais de mim, contar da milhões de coisas que vêm acontecendo, contar de como eu realmente me sinto em relação a tudo, xingar alguns, elogiar e adorar outros e até, porquê não, simplesmente fazer graça. Acontece que nem sempre o tempo é longo como eu gostaria que fosse, e infelizmente é necessário dormir (infelizmente mesmo). Mas eu venho fazendo o possível, embora saiba que esteja devendo muito de mim. Bem... não é fácil.
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Sábado à noite foi dia de bar com a Bru e com a Isa. Nossa... a companhia dessas duas me faz muito bem, seja pela Internet (onde nos conhecemos) ou pessoalmente. A verdade é que eu vejo muuuuitos homens morrendo de inveja por eu estar acompanhado de duas moças maravilhosas. E eu, claro, aproveito pra "tirar onda".
Só que tudo poderia ter tido um final um pouco menos trágico (não, meninas?). Tive um pequeno problema com pressão baixíssima e hipotermia, o que fez minha noite acabar primeiramente na casa da Bru, depois no meu próprio carro na garagem do apartamento dela até às 5 da manhã e finalmente em casa. Se eu contar ninguém acredita. O fato é que o sonho que minha mãe diz que teve, onde ela via um médico com expressões preocupadíssimas informar que meu sangue estava com problemas, vem se materializando pouco a pouco. Essa semana, além das milhões de coisas que pretendo fazer, vou tentar procurar um médico. Estou preocupado.
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Descobri antes de ir pra Poços de Caldas, semana passada, que meu estepe tinha sido roubado. Estou pesquisando um outro, mas já vi que tem um outro pneu meu que está com um calombo. Preciso ligar pra Ford urgente.
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Fui à segunda fase da entrevista, aquela do terno e gravata e coisas engraçadas como "mim fazer" e "menas coisas". Dessa vez a entrevista foi na empresa mesmo (que eu, claro, não vou dizer qual é). Cinco minutos de conversa em português, uma eternidade de conversa em inglês e um teste incrivelmente chato de Excel, Word e PowerPoint. Um máximo. Acertos em Excel: 87%. Preciso estudar mais. O fato é que de tarde a mocinha da Consultoria me ligou de novo, perguntando o que eu tinha achado e dizendo que eles tinham gostado muito de mim, mas que achavam que eu não deixaria minha atual empresa. Disse pra ela que essa impressão se deu por causa da primeira pergunta que ela fez: "Por quê você quer deixar a sua empresa atual?". Caramba, pegadinha de entrevistador pra cima de mim não, né?! Essa então eu conheço de outros carnavais!
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Está confirmadíssimo. No final desse mês vai acontecer uma coisa muito, muito, mas muito legal mesmo. Se não, a melhor coisa que já me aconteceu até hoje. Acho que nenhum de vocês pode sequer imaginar o que seja. Claro, família e amigos mais chegados (Carol!) já sabem, mas só vou divulgar uma semana antes de acontecer de fato. A verdade é que ainda não estou acreditando que vá acontecer, embora todos estejam me dizendo que vai. Que bom que é ser desprendido de certas ansiedades!
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Quarta Feira próxima, às 16 horas, finalmente encerro minhas atividades na Universidade. Minha colação de grau ocorre no auditório principal da Universidade. Quem quiser aparecer por lá vai ter a oportunidade de ver parentes com sorrisos de orelha a orelha, e eu com uma provável cara de "quero ir embora" disfarçada sob um sorriso de "é muito bom estar aqui".
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Onde há fumaça, há fogo: ano que vem, Rubens Barrichello na BAR e Felipe Massa na Ferrari. Sei não, mas algo me diz que o negócio vai ficar bom de verdade.
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Andei ouvindo de cabo a rabo o CD do The Killers, "Hot Fuss". Bem... quem conhece meu gosto musical sabe que eu indico poucas coisas a todos, mesmo porque tenho alguns gostos excêntricos. Mas "Hot Fuss" é um CD gostoso de ouvir, sem ser chato. Gosto muito da faixa introdutória, "Jenny Was a Friend of Mine" (que foi inclusive tema de um comercial de um canal de TV a Cabo). Todo mundo conhece "Somebody Told Me", mas eu não teria colocado essa faixa como carro-feche do álbum. Eu teria escolhido "Believe Me Natalie", faixa 9, que é simplesmente incrível. A bateria é boa como raramente se ouve, a melodia é das boas e as vozes só completam tudo. É daquelas de ficar ouvindo várias e várias vezes. Enfim, ouçam. Vale a pena.
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Como vinha dizendo minha mensagem no Messenger essa semana, "mulheres são muuuuuito mais complicadas do que computadores". Bem... não há muito o que dizer, só que isso faz a gente desacreditar um pouco menos nesse negócio de relacionamento. Não é a primeira, nem segunda e nem terceira vez. Será que Aldous Huxley estava mesmo certo?
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Essa semana será muito longa...


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