Solteiro de novo... e não faço mais nenhum comentário sobre o fato aqui.
Solteiro de novo... e não faço mais nenhum comentário sobre o fato aqui.

1. Pegue o livro mais próximo de você
2. Abra o livro na página 23
3. Ache a quinta frase
4. Poste o texto em seu blog junto com estas instruções
"Lá fora, a cidade só estava parando agora - os camelôs empurrando carrinhos de amêndoas açucaradas, garçons carregando sacos de lixo para o meio-fio, um casal de namorados noturos se abraçando para se aquecer em uma brisa perfumada pelas flores de jasmin."
O livro.
Sem sono... de novo. Eu deveria mesmo trabalhar de madrugada. Ou voltar a trabalhar de madrugada. Na época de UOL, durante a noite, era ótimo: dava tempo tranquilo de fazer toda a carga de trabalho pesadíssima de durante o dia, ainda ouvindo uma musiquinha, com as janelas abertas, Bauru às 3 da matina... às vezes um arroz e feijão do refeitório da Folha. Ah! Bons tempos aqueles! Mas sempre caminhando e sempre evoluindo.
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Esses meses derradeiros têm sido pesados. Tanto pessoal quanto profissionalmente é uma época de mudanças e pauleira total. Estou literalmente chutando o pau da barraca todos os dias, mas tem funcionado. Serão os paus da(s) barraca(s) os problemas e eu só assim consigo resolvê-los?
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E "O Código Da Vinci", hein?! Livrinho bom, muito bom. Um dos melhores que li até hoje. E o filme, hein? Esse vai dar o que falar. Mas o pensamento do povo não vai mudar. Vão continuar acreditando na Bíblia como uma história verídica. É o mundo em que vivemos.
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Tenho achado ainda mais sites pra baixar músicas maravilhosas (de acordo com meu gosto musical, claro). Hoje eu achei nada mais nada menos que a Britney Spears numa dessas faixas. E tenho que assumir: ficou bom. O nome da faixa é "Someday". Num remix, claro.
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Dores no peito voltam a me atacar. Sou sério candidato a um infarto precoce. Bem, depois de Hérnea de Disco, é só o que falta mesmo. Mas o fato é que vou ter que voltar a praticar algum esporte. E se Academia não rola mais por causa de tempo, o negócio vai ser apelar pro patins nos fins de semana, quiçá arrumar um lugar pra dar uma nadadinha.
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Durante a noite minha adrenalina sobe demais. Preciso passar a ouvir Cantos Gregorianos ao invés do último set de um DJ. Ajudaria, não?
Tempos difíceis estavam por vir... e chegaram. Cheguei onde esperava com a idade que esperava... mas os tempos têm sido difíceis. Muito trabalho. Muito mesmo. Um excesso sempre exagerado de coisas pra fazer... e sempre muito menos tempo do que o necessário. Muitas coisas ao mesmo tempo; nada completo como deveria ser. But I always "keep walking".
E o que me "salva" melhor do que a música?! Nada! E tenho ouvido muito, procurado muito, gostado de muita coisa. Claro, música eletrônica em sua grande maioria. Depois que descobri que DJs menos conhecidos (mas nem por isso ruins) colocam seus mixes de graça em suas páginas, tenho feito a festa. Tudo isso, claro, impulsionado pela melhor coleção de rádios que já ouvi, a Digitally Imported (www.di.fm). Esse site (provavelmente) desconhecido da maioria tem várias rádios, pra vários estilos. É claro que eu me divirto nas mais antigas, de Trance, Vocal Trance e uma mais nova, de Lounge Music.
E assim passei a descobrir coisas novas como um remix que Kuffdam & Plant fizeram pra uma música muito triste que Annie Lennox fez, chamada "Saddest Song". Também Corderoy com uma música chamada "Deeper". Mirco de Govia, com "Aura Indigo". E agora Street Angels, com "Another Day". Coisas que podem parecer modinha pra uns, ruim pra outros... mas é exatamente o que eu gosto de ouvir. E pra mim não é modinha e nem ruim. É o meu "relax" nessa correria maluca. E, claro, vai tudo pro carro em MP3, num CD-RW. Quando cansa, é só apagar e fazer de novo. E também vai pro celular, agora com 1 GB de espaço pra encher de música.
O pessoal está bagunçado. Muito. Ainda não sei bem pra onde correr; o quê fazer. Mas tenho procurado correr pra onde as coisas indicam, por enquanto. E se for pra esse lugar que eu tiver que continuar correndo, é pra lá que eu vou.
O fato é que cada vez mais eu deixo de acreditar nessas coisas de relacionamento, por mais que eu queira (e esteja conseguindo, pelo menos por enquanto) fazer o meu dar certo. Quanto mais eu falo com as pessoas, mais eu levo em conta que os relacionamentos estão realmente acabando. Não um ou outro, mas a idéia de relacionamento mesmo. Isso me assusta. Tem acontecido rápido demais.
E sabe pra onde esse povo todo vai quando descobrir a mesma coisa que eu tenho em mente? Trabalhar mais, viver menos, se dar conta de que está longe dos amigos, tentar reaproximar, não conseguir, trabalhar mais, viver menos, trabalhar mais, viver menos... e aí não vai importar ganhar 10 mil Reais por mês. Sabe por quê? Porque não vamos ter onde gastar isso tudo. Não vamos ter tempo pra usufruir da casa, do carro, dos bens. E aí vamos nos frustrar. E vamos nos dar conta de que jogamos a vida fora pelo quê? Pelo quê se os problemas pelos quais lutávamos há dez anos atrás só estão piores?
E aí é que eu vou me dar conta de que certo estava é o meu irmão...